• Grupo Zibaldoni - Ponto PFE em Ribeirão Preto com Coletivo Fuligem"
  • "PFE participa de Mesa sobre Gestão Cultural em SP
  • "O Abajur Lilás" se apresentará no Macondo Lugar dia 08/09
  • Confira os textos sobre a Tour da Coordenação do PFE pelo Sudeste

30/09/2010

Migramos!

Saudações!

Como já era esperado, migramos para um novo endereço! Aos que já acompanhavam o Palco Fora do Eixo por aqui, sintam-se à vontade para visitar nossa nova casa na cidade digital que estamos construindo no Fora do Eixo. Agora, além do blog nacional teremos também blogs que tratam das localidades que o PFE desenvolveu “pontos”.

Em Bauru/SP, o Enxame Coletivo articula a cena e movimenta o blog PFEenxame como bandeira na cidade. Em Uberaba/MG o Megalozebu também apresenta o PalcoMegalozebu e ainda no primeiro lote de ocupação da cidade temos o www.foradoeixo.org.br/palcomacondo representando o Macondo Coletivo, de Santa Maria/RS.

Queremos trazer nossos outros vizinhos para cá para conseguirmos representar digitalmetne o processo em que estamos inseridos com a proposta de uma contrução colaborativa, com base na economia solidária para o fomento e produção de projetos artísticos independentes nas artes cênicas – Teatro, circo, dança, performance, mágica etc.

O Portal “foradoeixo.org.br” é uma rede social onde você pode criar seu perfil, postar conteúdos e descobrir novos sites de outros Pontos e Ações Fora do Eixo, grupos artísticos, empreendimentos de Economia Solidária na Cultura e outras iniciativas, comunidades e perfis deos envolvidos com quem você poderá se relacionar e fortalecer o processo.


Venha conferir: www.foradoeixo.org.br/palcoforadoeixo

(Artur Faleiros - Comunicação Palco Fora do Eixo)

28/09/2010

PFE OCUPA PORTAL FDE VISANDO ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO

Em 30 de setembro o blog do Palco Fora do Eixo será migrado para o portal Fora do Eixo. A ação, além de representar a ativação do núcleo de comunicação, demonstra um avanços do Circuito como produtor cênico. A ação também é pensada como estímulo à geração de conteúdo e a coletivização de experiências em torno das artes cênicas e corporais.

Além da migração do blog nacional teremos na mesma data a implementaçao de cinco blogs locais dos coletivos que integram a frente do PFE que seguem o padrão: wwww.foradoeixo.org.br/palconomedocoletivo (palcoenxame; palcomacondo; palcocolmeia; palcomegalozebu). Com essa dinâmica teremos uma movimentação de cenas locais e uma compilação de informações somados às ações nacionais e pautas realtivas à frente de ação no /palcoforadoeixo.

Outra ferramenta que o Palco Fora do Eixo começa a flertar é a utilizaçao do Curto Circuito Fora do Eixo como ferramenta de difusão das ações e campanhas do PFE. Todas as ações representam um laboratório proposto pelo Palco Fora do Eixo vizando a evolução da produção independente no Brasil. De saída o grupo apresenta uma cartilha “monte seu núcleo”, estratégias de Comunicação e o Programa PFE que explana os direcionamentos, missão e ideologia do grupo.

Este laboratório irá unir os produtores das artes cênicas - circo, teatro, dança, performances... - com os produtores do audivisual e da música possibilitando uma aproximação estratégica para o desenvolvimento dos trabalhos nas multilinguagens como estratégia de formação de/do público.

06/09/2010

Em busca de um lugar comum


Dia 01 de setembro de 2010, torna-se um marco na historia do movimento nacional Palco Fora do Eixo (PFE). Por volta das 8h30min, na cidade de Santa Maria, casa do Macondo Coletivo, Cláudia Schulz (Coordenadora Nacional do PFE) e Iara Druzian (Secretária de Cultura de SM) fecharam um acordo que mudará os rumos do processo até desenvolvido pelo PFE em Santa Maria.

Durante cerca dois meses várias reuniões matinais foram realizadas, e a conversa, sempre muito densa, resultou na cedencia de uma das salas que faz parte do complexo da Antiga Gare da Estação, onde atualmente se encontra a Secretaria de Cultural. A sala de número 5, agora será utilizada e gestada pelos grupos que atuam na frente de artes cênicas do Macondo Coletivo.

No momento Cia Teatro do Bolso, Teatro Camaleão, Teatro Por Que Não, Teatro Universitário Independente e Vagamundo além de outros artistas independentes que somam cerca de 20 pessoas no total, serão os responsáveis em colocar em pé a sala que se encontra inacabada.

De fato, agora o PFE Macondo, entra em uma nova fase do processo. A gestão de um Espaço Cultural que se chamará Palco Fora do Eixo exige uma nova estruturação da base de sustentação e organização desses artistas que até então vinham ocupando espaços alternativos (fora do eixo) para realizarem suas ações.

Essa fase, já anda se encaminhado para a organização de núcleos de trabalho como planejamento, comunicação, sustentabilidade, curadoria/acervo e outras mais que serão criadas a partir das necessidades encontradas no caminho. A conquista desta sala que será a primeira sede do PFE no Brasil e que, futuramente, estará pronta para a circulação de espetáculos, oficinas, performances, circo e outras manifestações corporais, é fruto do emprenho de todos esses artistas que passaram a criar um lugar comum de encontros e trocas: O PALCO FORA DO EIXO.

Redação: Cláudia Schulz

10/08/2010

COLUNA PFE: A PASSAGEM POR BAURU

Reunião, reunião, reunião. Uma visita de 25h que contempla várias reuniões, poucas horas de sono, comemoração do aniversário da cidade de Bauru com direito a música tosca, bauru original e sorvete.
A visita da Cláudia por Bauru foi, de fato, muito proveitosa. Ela chegou na cidade dia 31 de Julho, sábado, por volta das 16h. Fomos para a sede do Enxame Coletivo onde realizamos a primeira reunião. Começamos às 17h10min com os representantes dos grupos cênicos com os quais o coletivo já vinha dialogando. A reunião foi transmitida via twetcam sendo acompanhada por 17 pessoas integrantes de coletivos do Circuito Fora do Eixo.
Como todos presentes (Grupo Solar, Sincrônicos Arte e Circo e Núcleo Uhuu de Performance e Fenda Filmes) já conheciam, minimamente, o trabalho desenvolvido pelo Circuito e do Palco Fora do Eixo o encontro se encaminhou para um esclarecimento sobre as diretrizes de trabalho, objetivos e demandas que o Palco Fora do Eixo já vem trabalhando durante esse meio ano de vida.


A partir da primeira rota de circulação estabelecida, da qual o Enxame Coletivo é um dos pontos suporte, traçaram-se algumas metas e objetivos para nortear o trabalho dos grupos locais e sua inserção enquanto núcleo de trabalho e propositor de ações na cidade de Bauru. Por meio do relato e de uma breve elucidação sobre a cena artística de Bauru, considerando suas necessidades e insuficiencias, focou-se a discussão na importância de movimentar a cidade com ações que ajudem a desenvolver a cena e o nome do Palco Fora do Eixo, abrindo porta para estruturação de ações e possibilitando uma futura circulação.
O encontro proporcionou a abertura para o dialogo entre grupos de diferentes linguagens que trabalham num mesmo setor (artes cênicas) e precisam de força externa para conseguir potencializar seus próprios trabalhos inciando um processo inverso a “lógica bauruense” até então estabelecida. Pablo Capilé realizou uma fala pelo skype ressaltando mais uma vez o potencial da plataforma desenvolvida pelo Circuito Fora do Eixo e a abertura a linguagens cênicas.
Na manhã seguinte, houve uma reunião com o núcleo durável do Enxame e a Coordenação do PFE. Artur Faleiros explanou a forma como vem se desenvolvendo os trabalhos do PFE no Enxame Coletivo e quais são os pontos deficientes a serem trabalhados para o aprimoramento das mesmas.
A partir de vários questionamentos ao formato de trabalho e a aproximação real do Enxame Coletivo com o PFE a reunião encaminhou-se para deliberações pontuais como: planejamento de ações específicas do PFE dialogando com o núcleo durável do Enxame Coletivo; reuniões específicas com artistas e, posteriormente, com o coletivo, além do amadurecimento da frente de Comunicação.
Para finalizar, tivemos uma última reunião por skype com a Agencia Fora do Eixo na qual inciamos o processo de conversa sobre a possível turnê de um grupo participante do PFE em setembro.

Redação: Artur Faleiros - Revisão: Cláudia Schulz e Lucia Dalmaso

06/08/2010

1º Tour Palco Fora do Eixo em Araraquara

Na sexta-feira, dia 30 de Julho, o coletivo Colmeia Cultural recebeu em sua cidade a coordenadora nacional do Palco Fora do Eixo, Cláudia Schulz. A vinda de Cláudia até Araraquara, quase 1.500 quilômetros de distância de sua cidade, Santa Maria-RS, não foi uma visita isolada ao coletivo araraquarense, mas sim parte da primeira tour do Palco Fora do Eixo pelo Estado de São Paulo, que teve como principal objetivo auxiliar no processo de implementação de núcleos de artes cênicas em alguns coletivos integrantes do Circuito Fora do Eixo com o intuito de fortalecer essa nova frente de trabalho.


Após passar pelas cidades de Ribeirão Preto e São Carlos, a coordenadora chegou à Araraquara para ministrar uma palestra intitulada “Palco Fora do Eixo: Novos modelos de gestão de carreira dentro das artes cênicas”, que aconteceu na Casa da Cultura da cidade, na sala Jean Paul Sartre tendo início às 14h. Estiveram presentes artistas e grupos de teatro, dança, circo e performance da cidade, produtores culturais, representantes de órgãos governamentais.
A palestra teve como principal foco apresentar aos presentes o trabalho que o Colmeia Cultural vem realizando na cidade, explicitar do que se trata o Palco Fora do Eixo e como essa vertente cênica integrada ao Circuito Fora do Eixo pode ajudar no fortalecimento do cenário de arte independente local e nacional.


Após a palestra foram levantadas algumas questões sobre como fortificar a cena cultural araraquarense e, com sugestões e propostas vindas dos presentes, foram deliberadas algumas ações para os próximos meses e marcada uma próxima reunião para o amadurecimento dessas ações e projetos. A palestra e a discussão aberta após o evento foram acontecimentos importantes para o coletivo Colmeia Cultural e para os artistas da cidade, pois proporcionou uma aproximação entre as duas partes e uma troca de experiências e idéias que, certamente, irão resultar em diversas ações e projetos benéficos a cidade e a cena artística independente.

01/08/2010

Trocando Tecnologias de Palco


Todas as quartas-feiras do mês, no Teatro Municipal de São Carlos/SP, ocorrem às chamadas “Quartas Alternativas”, evento que busca fomentar e abrir campos locais para as artes cênicas. Dia 28 de julho, quarta-feira, não foi diferente, aproveitando que a Coordenação do Palco Fora do Eixo passava pela cidade, Anna Kuhl, integrante da Cia da Insônia e Preto no Branco, organizou e mobilizou grupos locais para comparecem, na tardinha, para um bate-papo sobre a nova frente gestora do Circuito Fora do Eixo: o Palco Fora do Eixo.

A cena local foi representada por seis grupos como Preto no Branco; Cia da Insônia; Acaso; Teatro Descalço, Atuando em Psi, além de artistas independentes e o Instituto Cultural Janela Aberta. Com cerca de 15 agentes presentes envolvidos com a movimentação e linguagem cênica, a conversa foi iniciada por Carol Tokuyo, integrante do Massa Coletiva, que elaborou um breve histórico sobre o Circuito Fora do Eixo e a organização dos coletivos integrantes dessa rede.

Seqüencialmente, a palavra foi de Cláudia Schulz, a qual mais uma vez, nessa semana, buscou explicar aos grupos quais foram às inquietações que geraram o que hoje denominamos de Palco Fora do Eixo e quais as diretrizes e metas do mesmo. Destaca-se que dentre as diversas aflições que atravancavam o crescimento da cena local de Santa Maria, cidade onde se localiza o Macondo Coletivo, tinha-se a necessidade de intensificação de diálogo entre os grupos locais, a troca de tecnologias entre os mesmos e a própria valorização do fazer teatral mútuo dos grupos como metodologia de formação de platéia.

Com o decorrer do bate-papo, os grupos locais presentes confidenciavam que muitas dessas inquietações são pontos em comum em São Carlos e que, mesmo existindo uma quantidade considerável de grupos cênicos, há pouco diálogo entre os mesmos. A conversa finalizou com um convite a todos participarem da Oficina “Iluminação com base no reaproveitamento de materiais recicláveis” que aconteceria no outro dia, na sede do Grupo Preto no Branco.

Durante o turno da manhã do dia 29 de julho, nove agentes teatrais estiveram presentes para a construção do refletor, usando, como materiais, latas de tinta, ferramentas e outros materiais. O modelo de refletor que foi construído é baseado na tecnologia de um PC (refletor plano convexo) muito encontrado em teatros como equipamento que cumpre diferentes funções. Foi realizando um storybord de todo o processo de construção do refletor além de anotações para que a partir desse material seja elaborada a primeira cartilha de iluminação.

Após a construção do refletor, batizado pelo grupo como “Dito”, rumamos todos para o Teatro Municipal para a segunda etapa da oficina. Lá, a conversa foi mais técnica ainda. Juntamente com Ernesto, técnico de luz do local, foram apresentados os quatro tipos de refletores existentes no Teatro Municipal de São Carlos (PC, par, set light e elipsoidal) mostrando seu funcionamento interno, para quê deve ser utilizado, além de falarmos de concepção de iluminação, plano de luz/operação.
















No final da tarde a conversa foi finalizada com a implementação do núcleo teatral em São Carlos. O núcleo durável, para o início do debate e do fortalecimento da cena local, foi composto por Cia da Insônia, Grupo Preto no Branco, Acaso e Natália Zambone (artista independente). A partir dessa implementação, a primeira rota para trocas e circulação das artes cênicas pela regional sudeste já está concretizada e o objetivo maior da Tour da Coordenação do PFE foi cumprida.


Redação: Cláudia Schulz - Revisão: Lucia Dalmaso - Fotos: O Grupo

29/07/2010

Coletivo Fulligem e Grupo Zibaldoni: Conversando a gente tece a rede do PFE

Um dos objetivos da Tour da Coordenação do Palco Fora do Eixo pelos coletivos do interior de São Paulo é, por meio de conversas com grupos locais, trocar (sugiro compartilhar experiências, rsrs) experiências e vivências, ou melhor, tecnologias, para estimular a implementação de núcleos cênicos nessa cena cultural interiorana e já fortificada e estruturada pelo trabalho do Colméia Cultural, Enxame, Massa e Fuligem.

Em Ribeirão Preto, os integrantes do Coletivo Fuligem já iniciaram o processo de integração das artes em sua ação de lançamento, em maio de 2010, denominada Festival de Bolso. Além de bandas e exposição de artes visuais uma das atrações do evento foi uma intervenção teatral do Grupo Zibaldoni que possui como foco de pesquisa o trabalho do palhaço com comunidades periféricas da cidade.

Organizadores do Movimento Gira-Sola juntamente com o Grupo Teatral Engasga Gato e SESC de Ribeirão Preto, estão pré-produzindo a segunda edição da Mostra de Teatro, que nesse ano ganhou reconhecimento do governo sendo aprovada para abertura de edital pelo Programa de Incentivo Cultural. Além dessa mostra, o grupo, que possui sede fixa, dedica-se integralmente à linguagem do palhaço, desenvolvendo projetos como “Desconcertando”, espetáculo de palhaços que nasceu na rua através da relação direta com o público e vem sendo apresentado para comunidades da periferia de Ribeirão; e o projeto “Cabaré Que Varia Até”, realizado esporadicamente no Espaço Cultural Zibaldoni, proporcionando a troca entre os artistas da cidade, que inscrevem suas cenas de até 10 minutos, ou com convidados pelo Grupo Zibaldoni.

Em uma conversa que durou cerca de quatro horas com o Coletivo Fuligem, Grupo Zibaldoni e Coordenação do PFE, discutiu-se a forma de organização das ações do PFE e as diretrizes que norteiam o trabalho como: quais grupos buscamos para construir conjuntamente essa rede de circulação e gestão, qual a relação dos grupos com o coletivo, que tipos de demandas são almejadas para o ano de 2010/2011, entre outros pontos. A partir desse encontro, os primeiros passos já foram dados em Ribeirão Preto: o Grupo Zibaldoni assume o Palco Fora do Eixo na cidade e já pensa em uma primeira ação estruturante para a rota entre os coletivos Fuligem, Massa, Enxame e Colméia por meio de encontros sediados em cada cidade e organizados pelos grupos e coletivos responsáveis pelo movimento da cena local.

Redação: Cláudia Schulz - Revisão: Lucia Dalmaso - Fotos: Leo Otero